Por Dorothy Hoffmann
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Quando o mês de abril de 2010 chegava ao fim, eclodiu um enorme tornado que durou vários dias e devastou o sul dos Estados Unidos. Sempre que um desastre dessa magnitude ocorre, naturalmente deixa uma pergunta em seu rastro: Isso foi normal? Deveríamos esperar e temer que esse tipo de devastação possa se repetir nessa área geográfica num futuro próximo, ou podemos considerar tal evento como “estranho”? Ele deveria ser observado no contexto do aquecimento global? E, pior do que isso, é esperado que tempestades desta grandeza e violência atinjam a região nos próximos anos?
Tornados geraram muitas explicações folclóricas. Essas explicações oferecem às pessoas uma sensação de conforto e segurança frente ao poder e destruição assustadores dos tornados. Em contraste, enchentes se limitam a zonas conhecidas ao longo do leito de grandes rios e em regiões costeiras. Nevascas ocorrem, em sua maioria, no inverno e na primavera. Enchentes e nevascas têm escopos de ação conhecidos e restritos. E os tornados?
Felizmente, os Estados Unidos começaram a registrar tempestades nos anos 1950. Agora, eles possuem a mais antiga e extensa base de dados sobre tornados entre todas as nações, que fica armazenada no Centro Nacional de Dados Climáticos da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional. Entretanto, os dados precisam abranger um século ou mais para que as previsões sejam confiáveis. A partir dos dados coletados, nós aprendemos que:
- Tornados ocorreram em todos os estados dos EUA e em todos os continentes (com a possível exceção da Antártica);
- Os EUA têm mais tornados por ano do que qualquer outro país, com um número mais de dez vezes maior do que o Canadá, o distante segundo colocado;
- Três regiões dos EUA são particularmente propensas a tornados: o “Corredor dos Tornados” nos estados centrais e no Meio-Oeste, a Flórida, e o “Corredor Dixie” na região da costa do Golfo;
- Tornados ocorrem mais freqüentemente à tarde e à noite e com menos frequência ao amanhecer, mas podem acontecer a qualquer hora do dia ou da noite;
- Tornados não são parados por morros ou montanhas, altitudes elevadas (já houve tornados acima de 10.000 pés de altitude), rios ou arranha-céus;
- A “estação dos tornados” não é fixa – embora diferentes regiões estejam mais propensas a tornados em períodos específicos do ano, um tornado pode ocorrer em qualquer lugar, a qualquer hora.
Tornados parecem ser únicos dentre os desastres naturais. Se as condições estiverem certas, eles atingem qualquer um, em qualquer lugar, a qualquer hora, com qualquer intensidade. Com os dados que temos, não parece haver uma maneira para se proteger por completo dos riscos de um tornado; pelo menos em nenhum lugar dos Estados Unidos. Atualmente, embora você saiba que tornados nunca ocorrem onde você mora, na próxima vez que as sirenes tocarem, procure abrigo!
Referências:
Edwards, R. (2011). FAQ online sobre tornados—Perguntas freqüentes sobre tornados. Retirado de: spc.noaa.gov
Centro Nacional de Dados Climáticos (2011). Climatologia dos tornados dos EUA. Retirado de: ncdc.noaa.gov
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Por Ran Meng
No final de Abril de 2010, aproximadamente 266 tornados mataram mais de 340 pessoas em um período de 24 horas. Tal acontecimento levou a uma urgência na emissão de avisos de tornados mais precisos. Assim, caçadores de tempestades, cientistas que seguem tornados, perseguem energicamente as tempestades com grandes riscos para eles mesmos.
Semelhante à seqüência de ação de um filme de Hollywood, os caçadores de tempestades têm apenas 45 segundos para soltar os "tornado pods" no caminho de uma tempestade e correr. Estes equipamentos são mini-estações de tempo protegidas, que são programadas para suportar o contato com um tornado ao mesmo tempo em que recolhe dados meteorológicos.
Os radares Doppler, acoplados a caminhonetes e comumente chamados de Doppler sobre Rodas (DOW, na sigla em inglês), chegam mais próximos na medida em que seguem tornados e "tempestades de super-célula" (aquelas com potencial para a produção de tornados). Cientistas normalmente os posicionam para recolhimento de dados nos níveis mais baixos de formação, para poderem entender como tornados se formam a partir de tempestades de super-célula.
Ao posicionar os DOWs em vários pontos diferentes, mapas de ventos e detritos em 3D podem ser construídos em alta resolução. Os DOWs não apenas coletam dados, mas também são cruciais como uma ferramenta de navegação para equipes de cientistas posicionarem seus veículos e instrumentos, especialmente ao soltarem os "tornado pods".
Dois projetos de grande escala, o VORTEX e o VORTEX2, foram conduzidos pelo Laboratório de Tempestades Severas da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional durante os períodos 1994-1995 e 2009-2010. Estes projetos buscaram entender precisamente como um tornado se forma; especificamente as condições exatas em uma tempestade de super-célula que dificultam ou impulsionam a gênese de um tornado.
Pela primeira vez na história, o VORTEX foi capaz de documentar o ciclo de existência completo de um tornado, formando uma base sólida em que o VORTEX2 foi originado. O VORTEX2, que custou 13 milhões de dólares, empregou cerca de 200 pessoas e 70 instrumentos. O VORTEX2 também fez história em 2009 com a dedicação e esforço total de sua equipe. O foco do VORTEX2 se aprofundou ainda mais na formação de tornados ao explorar a duração e a cessação dos sistemas de previsão de tempo.
Embora dados em primeira mão sejam fundamentais para o estudo de tornados, imagens de satélite são úteis para complementar as imagens de radar. Além disso, as simulações em laboratório e as análises de buscas de dados procuram compensar as limitações físicas dos radares. A modelagem de tornados, juntamente com gráficos, ajuda na análise da formação e do fluxo de tornados. Aparelhos podem ser construídos em laboratório para simular a velocidade de rotação. No entanto, dados gerados através destes estudos carecem de fatores ambientais, o que, portanto, limita seu escopo.
Novas abordagens na busca e na re-análise de dados têm sido desenvolvidas para melhor interpretar os dados de tornados. A análise de dados históricos, por exemplo, pode ser utilizada para reconstruir condições atmosféricas anteriores que contribuíram para períodos com muitos tornados. O conhecimento adquirido pode ser usado não somente para analisar dados meteorológicos atuais, mas também para entender os fatores, incluindo os efeitos que a mudança climática tem nos padrões de tempestades. Os esforços, como os da IEDRO para resgatar e digitalizar dados em uma escala global, são cruciais para a recorrente re-análise de dados. Nosso objetivo é fornecer os dados necessários para desenvolver sistemas de alerta de previsão precisos e que salvem vidas.
Por Teddy Allen
Você já se perguntou como estas imagens são produzidas? Muitos mapas climáticos globais mostram informações relativas a cada ponto do planeta, embora as observações nunca sejam feitas em cada ponto. Por exemplo, um mapa contém informações dos pólos e em altitudes extremas. Estas áreas são interpoladas ou modeladas a partir de métodos estatísticos ou dinâmicos.Por favor, clique aqui para ver grade detalhada.
Muitos conjuntos de dados climáticos são em formato quadriculado onde a área dentro de cada célula quadriculada apresenta o mesmo valor. Imagine dividir um mapa do mundo em formato de tabuleiro de xadrez em retângulos de mesmo tamanho, igualmente espaçados entre os Pólos. O tamanho dos quadrados, ou das casas do tabuleiro de xadrez, neste exemplo, depende da resolução espacial do conjunto de dados. Uma baixa resolução poderá apresentar alguns quadrados muito grandes, enquanto uma alta resolução consistirá em muitos quadrados menores. Uma alta resolução resulta em mais detalhes, mas pode vir a prejudicar a precisão.
Uma baixa resolução pode resultar em confusão de regiões, pois uma grande área terá apenas um valor comum. Clique aqui para ver a imagem em mais detalhe.
Os conjuntos de dados também variam em termos de dimensões. Um dado de uma dimensão (1D) revela informações de um único local. Se uma série temporal de dados 1D é demarcada em um gráfico, este revela uma linha ou uma curva. Um dado em 2D geralmente tem informações contendo latitude e longitude em um momento específico. A demarcação de um tempo específico em 2D resulta em um mapa de relevo. Os conjuntos de dados podem vir em várias dimensões. Por exemplo, um conjunto de dados em 4D pode ter informações de longitude, latitude, altura e tempo.
As técnicas de visualização de dados permitem a apresentação de vários elementos ambientais de uma vez. Por exemplo, é comum apresentar uma única imagem de temperaturas da superfície do mar juntamente com ventos. Para distinguir os elementos entre si, são utilizadas diferentes cores, estilos de linha e símbolos. Para a imagem que estamos demonstrando, a temperatura da atmosfera possui código colorido, enquanto a umidade relativa em mesmo nível é representada através de curvas de contorno sem preenchimento.
Você não precisa pertencer a um laboratório governamental para acessar e visualizar estes tipos de dados. O Instituto Internacional de Pesquisa e o Observatório da Terra Lamont-Doherty (IRI/LDEO, na sigla em inglês) criaram um sistema de biblioteca online sobre clima muito útil que fornece uma fonte infinita de dados relacionados ao meio-ambiente, juntamente com um portal de visualização de dados embutido e intuitivo. O acesso a dados e a ferramentas de demarcação podem ser encontrados em Columbia.edu
A NASA também fornece um sistema de visualização de dados valioso e fácil de ser utilizado, chamado Giovanni Nasa.gov que apresenta muitos resultados obtidos por satélites. Ambos os sites têm informações para cada conjunto de dados e fornecem ferramentas para produzir seus próprios mapas! Recomendamos fortemente que você explore esses recursos caso tenha vontade de aprender mais sobre acesso e visualização de dados. E também os encorajamos a pesquisar outros portais de acesso a dados online.
Os dados da IEDRO são integrados em muitos dos conjuntos de dados quadriculados interpolados e podem até mesmo serem acessados individualmente a partir da Biblioteca sobre Clima IRI/LDEO. Basta verificar a Rede Climática Histórica Global da NOAA para iniciar a busca de dados históricos. É nosso objetivo contribuir tanto quanto possível para a disponibilidade de dados ao alcance de todos.
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Em 26 de maio, Teddy Allen se apresentará em nome da IEDRO na oficina de Informação Climática para Gerenciamento de Riscos (CIMR, na sigla em inglês), em Orlando, na Flórida.
A oficina chama a atenção dos habitantes locais para estratégias de adaptação e mitigação regionais em tomadas de decisão relacionadas ao clima. O envolvimento da IEDRO poderia facilitar bastante ao possibilitar o compartilhamento de dados disponíveis através do resgate e da digitalização. Esta informação está diretamente ligada aos conhecidos avanços na identificação de perigo/risco. A oficina se estenderá por toda a semana.
Toni Rosati se organiza para o IV Colóquio Bienal sobre Clima e Saúde (Fourth Biannual Colloquium on Climate and Health) em meados de julho de 2011. Ela expandirá seus conhecimentos de Sistema de Informação Geográfica (GIS, na sigla em inglês) na integração de referências sobre doenças relacionadas à variabilidade e mudança climática transmitidas por vetores. A oficina de uma semana incluirá palestras sobre saúde pública e saúde humana, estudos de vulnerabilidade por serem afetados pelo clima e por mudanças climáticas. O interesse específico da Toni serão discussões sobre estatísticas e ferramentas especiais para análise (por exemplo, GIS).
Além disso, a IEDRO está patrocinando a participação da Toni na Reunião Comunitária da Sociedade Americana de Meteorologia, em agosto. A iniciativa da Rede Nacional de Relacionamentos (NNoN, na sigla em inglês) traçou um caminho avançado nos Estados Unidos para usufruir do poder de múltiplos sistemas de observação. Aspectos fundamentais desta iniciativa são aplicáveis no amplo espectro de tempo e clima, nacional e internacionalmente. Um dos desafios enfrentados pela empresa, porém, é mensurar o valor e a utilidade dos diversos produtos e serviços para a comunidade de usuários. A Toni aproveitará essa oportunidade para promover a conscientização dos esforços da IEDRO, buscar futuras colaborações com órgãos representativos e recrutar voluntários.
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Você está convidado a participar do 16º Congresso Meteorológico Mundial que acontecerá no Centro de Conferência Internacional de Gênova de 16 de Maio a 03 de junho de 2011! O Congresso Meteorológico Mundial, órgão supremo da Organização Meteorológica Mundial (OMM), reúne os membros da delegação a cada quatro anos.Você está convidado a participar do cativante evento deste ano.
A OMM, que é uma agência especializada das Nações Unidas, é a voz da autoridade no sistema do órgão sobre o estado e o comportamento da atmosfera da Terra, sua interação com os oceanos, o clima resultante e a conseqüente distribuição dos recursos hídricos.
O objetivo da OMM é promover, em âmbito mundial, liderança, especialização e cooperação internacional em temas relacionadas com tempo, clima e hidrologia, bem como questões relacionadas ao meio-ambiente. Assim, a OMM contribui para a segurança e o bem-estar das pessoas ao redor do mundo, bem como para o benefício econômico de todas as nações.
Neste ano, as propostas do Congresso são:
- Fixar políticas gerais para o cumprimento de suas finalidades;
- Considerar suas associações;
- Definir regulamentos gerais, técnicos, financeiros e de funcionários;
- Estabelecer e coordenar as atividades os órgãos-membros da Organização;
- Aprovar planos de longo prazo e o orçamento para o próximo ano-fiscal;
- Eleger o Presidente e o Vice-Presidente da Organização, bem como os membros do Conselho Executivo;
- Nomear o Secretário Geral.
Profissionais qualificados e capacitados são a base para os serviços nacionais de meteorologia. Enquanto os serviços meteorológicos dos países desenvolvidos chegam a ter equipes compostas por centenas de pessoas, incluindo especialistas em várias áreas afins (agro-meteorologia, clima severo, transporte, etc), seus equivalentes nos países em desenvolvimento são, muitas vezes, minimamente estruturados e carecem de profissionais em áreas especializadas. Essa situação compromete a capacidade de nações em desenvolvimento para servir eficientemente as comunidades com informações para tomadas de decisões que afetem não apenas o cotidiano da população, mas muitas vezes sua sobrevivência ecenômica e resistência a desastres naturais.
O Fellowship Fund Appeal, que durará até o dia 31 de Dezembro de 2011, incentiva toda a comunidade meteorológica a defender e apoiar os profissionais e jovens talentos.
No dia 23 de Março de 2011, Dia Mundial da Meteorologia, a OMM lançou um fundo eletrônico, “Building Capacity, One Fellow at a Time” (Desenvolvendo a Capacitação, Um Colega por Vez), para toda a comunidade meteorológica contribuir para o Fundo de Apoio da OMM. As contribuições vão financiar a educação de estudantes de graduação e de pós-graduação de países em desenvolvimento e menos desenvolvidos, assim como de pequenas ilhas em desenvolvimento, nas áreas de meteorologia, hidrologia e climatologia.
Para maiores informações a respeito do fundo e do programa, bem como para fazer uma doação, queira, por gentileza, visitar o site da OMM no endereço abaixo:
WMO
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Você gosta de fazer compras online ou precisa fazer uma pesquisa? Escolha GoodSearch como seu navegador. No campo ‘WHO DO YOU GOODSEARCH FOR?’, abaixo do campo de pesquisa, digite International Environmental Data Rescue Organization(termo em inglês para a Organização Internacional de Resgate de Dados Ambientais) como sua escolha para a instituição. Nota: o sistema de busca não reconhece a abreviação IEDRO.
Antes de fazer uma busca, você pode usar o site para encontrar cupons e ofertas especiais para compras. Para isso, clique na aba GoodShop. O site oferece ótimos cupons de desconto e outras oportunidades para economizar.Enquanto você utiliza o sistema de busca GoodSearch ou o GoodShop, um percentual do seu tráfego ou de suas compras irá para a IEDRO sem nenhum custo extra para você!
Recebam o mais novo membro da Diretoria da IEDRO, Dr. Elbert W. "Joe" Friday, Jr! Eleito por unanimidade em 14 de abril de 2011 como membro da Diretoria da IEDRO, o Dr. Friday traz décadas de experiência executiva e distinto serviço acadêmico em meteorologia.
O Dr. Friday é Professor Emérito de Meteorologia da Universidade de Oklahoma e membro (Fellow) da Sociedade Americana de Meteorologia (AMS, na sigla em inglês), onde já atuou como Presidente e Chefe da Comissão Para a Iniciativa de Tempo e Clima. Entre outros ilustres cargos, ele foi Diretor de Pesquisa da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional, Diretor e Diretor-Adjunto do Serviço Meteorológico Nacional, e Representante Permanente dos EUA junto à Organização Meteorológica Mundial das Nações Unidas.
Apesar de o Dr. Friday estar trabalhando com a IEDRO em seu Conselho Consultivo desde o outono de 2008, a sua integração formal à Diretoria da IEDRO irá expandir significativamente o seu envolvimento. Os esforços da IEDRO para resgatar e digitalizar dados climáticos históricos com certeza serão beneficiados pelos seus anos de dedicado serviço meteorológico. A IEDRO está encantada e honrada em ter o Dr. Friday em sua Diretoria.
A IEDRO orgulhosamente anuncia que a Dra. Sharon Kay Orndoff LeDuc entrou para a nossa equipe como Cientista-Chefe! Neste papel, a Dra. LeDuc será uma líder em resgate de dados que ajudará a moldar estratégia e guiará as políticas e práticas de resgate de dados da IEDRO. Em colaboração com a equipe sênior de gestão da IEDRO, ela será responsável por arrecadar apoio financeiro anual para programas em curso e em expansão.
Após quase 36 anos de serviço, a Dra. LeDuc aposentou-se da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês). A tarefa final que lhe foi confiada foi com o Centro Nacional de Dados Climáticos em Asheville, Carolina do Norte, onde atuou como Diretora Adjunta por quase nove anos. Sua tarefa anterior foi com o Laboratório de Recursos do Ar da NOAA, onde por 13 anos ela trabalhou para a Agência de Proteção Ambiental. Lá, ela atuou como cientista física e como Chefe do Setor de Climas. Ela também gerenciou a transferência técnica de modelos de qualidade de ar de terceira geração, incluindo a avaliação de modelo e visualização/gráficos de modelo de saída.
A Dra. LeDuc recebeu seu Ph.D. em Estatística pela Universidade de Missouri em 1971. Ela recebeu prêmios por seu excelente trabalho, incluindo um Prêmio de Administrador da NOAA, duas medalhas de ouro e uma medalha de bronze do Departamento de Comércio e duas medalhas de bronze da Agência de Proteção Ambiental. Ela também lecionou e orientou como professora adjunta em diversas faculdades e universidades, incluindo a Universidade de Oklahoma, a Universidade de Missouri, a Universidade William e Mary, a Universidade da Carolina do Norte - Chapel Hill, a Universidade Estadual da Carolina do Norte e a Universidade Duke.
O Diretor Executivo da IEDRO, Dr. Crouthamel, planeja uma viagem a Malawi no início de julho para discutir uma série de itens com o Diretor Donald Kamdonyo, que logo se aposentará. Um dos itens é agradecer ao Dr. Kamdonyo por permitir que seu empregado do Serviço Meteorológico Nacional (NMS, na sigla em inglês), Martin Munkhondya, fosse o Gerente de Programas na África da IEDRO. Outro item será discutir a possibilidade de a IEDRO colaborar com o empregado do NMS para configurar uma operação de codificação de dados em Blantyre, em Malawi, para digitalizar dados africanos da IEDRO.
Esta viagem, como tudo o que fazemos, exige financiamento. Quando você encomendar itens na AMAZON.COM, por favor, utilize a Loja da IEDRO no Amazon Amazonshop.Os itens e os preços são os mesmos e a IEDRO recebe uma doação de 4% sobre o valor do que você adquire.
Estamos muito satisfeitos em anunciar o iminente lançamento do livro Dryland Climatology da Dr. Sharon Nicholson da Universidade Estadual da Flórida pela Cambridge University Press. O livro traz uma revisão abrangente de climas de zonas áridas e sua relação com o ambiente físico, a hidrologia e seus habitantes.
Os capítulos são divididos em quatro seções principais sobre a introdução de meteorologia e climatologia; a natureza do clima de zonas áridas relacionada com precipitação e hidrologia; a climatologia e as dinâmicas climáticas das maiores regiões áridas em cada continente; e um extenso retrospecto da variabilidade climática de longa data em zonas áridas mundiais. O livro inclui temas-chave, como vegetação, geomorfologia, desertificação, microhábitats e adaptação a ambientes áridos.
Este volume interdisciplinar fornece uma extensa revisão da literatura primária (abrangendo mais de 2500 referências) e de conjuntos de dados convencionais e de satélites que formam as principais ferramentas de pesquisa para climatologia de zonas áridas. Ilustrado com mais de 100 fotografias, o livro apresenta uma visão única dos climas de zona árida para um amplo espectro de pesquisadores, profissionais da área ambiental e estudantes avançados em climatologia, meteorologia, geografia, ciência do meio-ambiente, ciência do sistema terrestre, ecologia, hidrologia e geomorfologia.
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- Subgerente de Relações Públicas – desejável pessoa enérgica e dedicada.
- Um desenvolvedor para nos ajudar a fazer versões de nosso site e de nosso boletim informativo em língua estrangeira. O site é em Dreamweaver.
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- Pessoas para desenvolver e manter nossos sites de relacionamentos. Precisamos, especificamente, de um desenvolvedor de Plaxo.
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